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	<title>globominas.com &#62; Gestão Ambiental</title>
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		<title>Fazendas ajudam biólogos a mapear fauna em zona rural do Xingu</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>

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		<description><![CDATA[Onde há soja e gado, pode haver também uma rica biodiversidade. Por estranha que pareça, essa é a conclusão do trabalho do biólogo Oswaldo de Carvalho Júnior, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">Onde há soja e gado, pode haver também uma rica biodiversidade. Por estranha que pareça, essa é a conclusão do trabalho do biólogo Oswaldo de Carvalho Júnior, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).</div>
<p>O cientista está realizando, desde o começo do ano, um mapeamento dos animais de médio e grande porte que vivem em quatro grandes fazendas nas cabeceiras do rio Xingu, no Mato Grosso &#8211; uma delas do tamanho do município de São Paulo. </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_841" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><img title="Pegada de onça-pintada no material distribuído pelo Ipam. Nelton Luz/Divulgação" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/pegada-onça.jpg" alt="Pegada de onça-pintada no material distribuído pelo Ipam. Nelton Luz/Divulgação" width="300" height="220" /> Pegada de onça-pintada no material distribuído pelo Ipam. Nelton Luz/Divulgação</dl>
</div>
<p>Segundo Carvalho Júnior, a riqueza de fauna nas florestas dessas fazendas é grande. Para ele, as propriedades privadas são essenciais para a conservação da biodiversidade, pois grande parte da mata hoje está nessas áreas.</p>
<p><strong>EM PARCERIA</strong></p>
<p>O grupo de Carvalho Júnior desenvolveu uma metodologia que conta com a colaboração de quem vive o dia a dia das florestas.</p>
<p>Tradicionalmente, o monitoramento de animais é feito por meio de censos. Os cientistas percorrem trilhas nas florestas e coletam sinais da presença dos bichos.</p>
<p>O biólogo do Ipam resolveu complementar essa metodologia e produziu um livreto que distribui nas fazendas estudadas. O material tem imagens de 25 mamíferos, como onça-pintada e tamanduás, e suas pegadas.</p>
<p>A partir daí, os pesquisadores visitam as fazendas para verificar, com os funcionários, quais animais ou pegadas foram notificadas, e em quais circunstâncias.</p>
<p>A colaboração tem funcionado, e os pesquisadores estão conseguindo ampliar seu conhecimento sobre a fauna. &#8220;Fazer isso sem os funcionários das fazendas seria impossível&#8221;, diz o biólogo.</p>
<p><strong>PROJEÇÃO</strong></p>
<p>Mas essa é a primeira etapa do trabalho. &#8220;Uma coisa é identificar os bichos na região, usando o que sobrou de mata [cerca de 60% da floresta original] como refúgio. Outra é entender qual é o futuro desses bichos&#8221;, explica.</p>
<p>O biólogo pretende eleger cinco espécies para avaliar suas populações futuras, inclusive considerando possíveis variações no tamanho da floresta. A ideia é projetar a densidade atual em cenários da região para saber qual será a população desses animais em 50 anos.</p>
<p>&#8220;Isso significa descobrir se a espécie vai continuar sobrevivendo ou se estará extinta localmente&#8221;, explica.</p>
<p>&#8220;A pesquisa é importante não só para conhecer a fauna da região, mas para gerar informações que podem ajudar na formulação de políticas públicas&#8221;, afirma o biólogo.</p>
<p><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--><script type="text/javascript">// <![CDATA[SABINE RIGHETTI]]&gt;</script></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[Fonte: <EM><A class="" href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/" target=_blank mce_href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/">Folha.com</A></EM></p>
<p>]]&gt;</script></p>

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		<title>Copo comestível evita uso de descartáveis</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas legais]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Designers americanas criam copo feito de gelatina que pode ser consumido.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="attachment_837" class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-837" title="Biodegradável e comestível, em três sabores: limão com manjericão; gengibre com hortelã; e alecrim com beterraba./Divulgação Exame.com" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/copos-comestiveis.jpg" alt="Biodegradável e comestível, em três sabores: limão com manjericão; gengibre com hortelã; e alecrim com beterraba./Divulgação Exame.com" width="460" height="306" /><p class="wp-caption-text">Biodegradável e comestível, em três sabores: limão com manjericão; gengibre com hortelã; e alecrim com beterraba./Divulgação Exame.com</p></div>
<p>Eles são coloridos, divertidos, maleáveis, servem para encher de suco, água ou qualquer outra bebida, e ainda por cima são ambientalmente corretos. Tanto que, depois de usados, eles podem até ser ingeridos.</p>
<p>Desenvolvido pelo escritório de design <a href="http://www.thewayweseetheworld.com/design1.html#gallery_jelloware">&#8220;The way we see the world&#8221;</a>, o Jelloware é um copo comestível feito de um tipo especial de gelatina de algas, a agar-agar. A invenção ecológica vem em três sabores: lemon-basil (limão e manjericão), ginger-mint (gengibre e hortelã) e rosemary-beet (alecrim e beterraba).</p>
<p>&#8220;Estamos estudando algumas parcerias com pequenas fábricas para tentar produzir o Jellaware em larga escala para o mercado&#8221;, explica Monica Bathia, uma das criadoras do produto. &#8220;O custo de produção é baixo, apenas para refrigeração, criação de moldes e agar-agar&#8221;.</p>
<p>Em breve, segundo ela, o escritório deve fornecer pequenas quantidades do produto para eventos, restaurantes e cafés. Diferentemente dos copos feitos de vidro ou plástico, que podem ser guardados no armário da cozinha, os de gelatina devem ser armazenados na geladeira. &#8220;Mas, quando em uso, eles podem ser manuseados como qualquer copo&#8221;, diz Monica.</p>
<p>Outro cuidado que o consumidor deve ter, segundo a designer, é em relação a quantidade de unidades de Jelloware que podem ser ingeridas por dia. &#8220;Nós não recomendamos mais do que três&#8221;, afirma. &#8220;A agar-agar tem propriedades laxativas&#8221;.</p>
<p>Quem não quiser correr o risco, pode jogar o recipiente fora no lixo comum ou na grama de casa, sem culpa na consciência. Diferente dos copos de plásticos descartáveis, o Jelloware é biodegradável e ainda serve como nutriente para plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-838 aligncenter" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/copos-comestiveis2.jpg" alt="" width="460" height="306" /></p>
<p>Fonte: <em><a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/" target="_blank">Portal Exame.com</a></em></p>

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		<item>
		<title>Dica Sustentável – Rotulagem e símbolos de reciclagem</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda os rótulos e símbolos de reciclagem. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="TEXT-ALIGN: left">A simbologia de descarte seletivo e de reciclabilidade dos materiais, hoje presença constante nas embalagens, é fundamental para alertar os consumidores sobre o descarte seletivo, bem como orientar a separação devida de cada material.</p>
<p>No site da ABRE está disponível para download a nova Cartilha de <strong><a href="http://www.abre.org.br/downloads/cartilha.pdf">Diretrizes de Rotulagem Ambiental para Embalagens</a> </strong>que é uma complementação cartilha de<strong> <a href="http://http//www.abre.org.br/downloads/cartilha_diretrizes.pdf">Diretrizes de Sustentabilidade para a Cadeia Produtiva de Embalagem e Bens de Consumo.</a></strong></p>
<p>As cartilhas são baseadas na ISO 14062 e orientam como os símbolos devem ser usados.</p>
<p>Vejam os principais símbolos de identificação de materiais:</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="size-full wp-image-829 aligncenter" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/rotulagem_brasil.gif" alt="" width="520" height="322" /></p>
<p>Para os plásticos são utilizados os símbolos em formato triangular com o número indentificando a qual plástico se refere:</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/simbolos_plasticos.gif" alt="" width="520" height="258" /></p>
<p>Hoje o número 7, de outros plásticos, englobam cada vez mais materiais, por isso é recomentável que se escreva abaixo do símbolo o material a que se refere.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: left">É importante que todos os materiais utilizados nas embalagens sejam identificados. </p>
<p style="TEXT-ALIGN: left">Leia mais no site <em><a href="http://embalagemsustentavel.com.br/2010/09/02/dica-rotulagem-reciclagem/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+EmbalagemSustentavel+%28Embalagem+Sustent%C3%A1vel%29&amp;utm_content=Twitter" target="_blank">Embalagem Sustentável</a></em>.  </p>

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		<title>IBGE APONTA AVANÇO DA POLUIÇÃO NA GRANDE BH</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 19:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A concentração nas proximidades de BH supera a das sete regiões metropolitanas brasileiras onde houve a medição, inclusive a enfumaçada Grande São Paulo, que ocupa o segundo lugar no ranking.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Os pulmões dos moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) estão em perigo. A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável Brasil’2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem, aponta que o ar dos arredores da capital mineira é o campeão em concentração máxima de ozônio (O3), um dos poluentes mais prejudiciais à saúde.</p>
<p>A RMBH chegou ao patamar de 300 microgramas por metro cúbico (mg/m³), quase o dobro do padrão adotado pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). O índice é o maior da história na região e significa um salto de 67,5% na quantidade da substância, de 2007 para 2008. A concentração nas proximidades de BH supera a das sete regiões metropolitanas brasileiras onde houve a medição, inclusive a enfumaçada Grande São Paulo, que ocupa o segundo lugar no ranking.</p>
<p>Fonte: Jornal Estado de Minas</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Etanol está vantajoso nos postos em 12 Estados e DF</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, o combustível apresenta a maior competitividade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="attachment_824" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-824" title="Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 57,47% do preço da gasolina / Exame.com" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/abastecimento-etanol.jpg" alt="Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 57,47% do preço da gasolina / Exame.com" width="450" height="300" /><p class="wp-caption-text">Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 57,47% do preço da gasolina / Exame.com</p></div>
<p>O preço do etanol segue competitivo nos postos de combustíveis de 12 Estados e no Distrito Federal em relação à gasolina, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pela Agência Estado, referentes à semana passada.</p>
<p>Abastecer com etanol está vantajoso na Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins, além do Distrito Federal. Em Alagoas e no Rio Grande do Norte, é indiferente a utilização de álcool ou gasolina no tanque. Nos demais 14 Estados, a gasolina leva vantagem sobre o álcool.</p>
<p>No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, o combustível apresenta a maior competitividade, de acordo com os preços pesquisados pela ANP.</p>
<p>Considerando o preço médio da gasolina de R$ 2,403 por litro no Estado, o etanol hidratado é competitivo na região até R$ 1,6821 e, na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 1,381 por litro, 17,90% abaixo do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol. Na semana, os preços do etanol caíram 1% no Estado de São Paulo.</p>
<p>A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os Estados e no Distrito Federal.</p>
<p>Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 57,47% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 57,45%, em Mato Grosso de 58,32%, no Paraná de 60,34% e em Mato Grosso do Sul de 63,14%. A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (preço do etanol é 82,56% do valor da gasolina) e no Acre (82,22%).</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/" target="_blank">Portal Exame.com</a></em></p>

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		<title>As queimadas e as emissões de gases causadores do efeito estufa</title>
		<link>http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/?p=816</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[As queimadas e as emissões de gases causadores do efeito estufa por Carlos Heitor Cony, Artur Xexéo e Viviane Mosé, na Rádio CBN.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Liberdade de Expressão desta manhã, na rádio CBN, trouxe dados do IBGE que revelam que as queimadas são responsáveis por 75%  das emissões do dióxido de carbono no Brasil.</p>
<p>Ouça os comentários de Carlos Heitor Cony, Artur Xexéo e Viviane Mosé com Herodoto Barbeiro na <em><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/cony,-xexeo-viviane-mose/CONY-XEXEO-VIVIANE-MOSE.htm" target="_blank">R</a></em><em><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/cony,-xexeo-viviane-mose/CONY-XEXEO-VIVIANE-MOSE.htm" target="_blank">ádio CBN</a>.</em></p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Elefante será declarado &#8220;patrimônio nacional&#8221; na Índia para protegê-lo</title>
		<link>http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/?p=813</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>

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		<description><![CDATA[Elefante será declarado "patrimônio nacional" na Índia para protegê-lo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de reforçar as medidas de proteção aos elefantes, em breve o animal será declarado &#8220;patrimônio nacional&#8221; na Índia, informou nesta terça-feira (31) o titular do Ministério do Meio Ambiente indiano, Jairam Ramesh.</p>
<p>&#8220;Foi parte de nosso patrimônio durante séculos&#8221;, por isso &#8220;temos de dar importância similar à do tigre&#8221;, disse Ramesh em declarações citadas pela agência indiana Ians.</p>
<p>O Ministério de Meio Ambiente recebeu hoje o relatório de um grupo de trabalho com uma agenda de ação para preservar esses animais.</p>
<p>Em seu relatório, o grupo pediu a criação de uma autoridade nacional de conservação do elefante (Neca, na sigla em inglês), similar a que existe para o tigre, com um aumento dos fundos destinados ao seu bem-estar e conservação.</p>
<p>&#8220;É preciso fazer uma emenda à Lei de Proteção da Vida Selvagem para colocar em prática a Neca. Apresentaremos essa emenda na sessão de inverno do Parlamento&#8221;, acrescentou Ramesh.</p>
<div id="attachment_814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-814" title="Indiano dá banho em elefante no rio Yamuna, em Nova Déli; animal será declarado &quot;patrimônio nacional&quot; no país / Kamal Kishore/Reuters" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Elefante-india.jpg" alt="Indiano dá banho em elefante no rio Yamuna, em Nova Déli; animal será declarado &quot;patrimônio nacional&quot; no país / Kamal Kishore/Reuters" width="550" height="376" /><p class="wp-caption-text">Indiano dá banho em elefante no rio Yamuna, em Nova Déli; animal será declarado &quot;patrimônio nacional&quot; no país / Kamal Kishore/Reuters</p></div>
<p><strong>60% DA ÁSIA</strong></p>
<p>Segundo a Ians, na Índia vivem 60% dos elefantes da Ásia, 25 mil animais, dos quais 3.500 vivem em cativeiro.</p>
<p>A Índia iniciou o Projeto Elefante em 1992 para proporcionar ajuda técnica e financeira aos Estados indianos com presença desses paquidermes, para proteger o habitat.</p>
<p>No país morreram nos últimos anos centenas de pessoas vítimas de ataques de elefantes, devido à crescente ação humana em áreas tradicionais de presença destes animais.</p>
<p><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--><script type="text/javascript">// <![CDATA[Fonte: <EM><A class="" href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/" target=_blank mce_href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/">Folha.com</A></EM>]]&gt;</script></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Causa de aumento de focos de queimada em 150% neste ano não é climática, diz pesquisadora</title>
		<link>http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/?p=809</link>
		<comments>http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/?p=809#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisadora 99% das queimadas são provocadas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2010, cerca de 46 mil focos de queimadas foram registradas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em todo o país. O número representa aumento de aproximadamente 150% em relação aos focos detectados no ano passado. Apesar deste ano ter temperaturas mais altas, umidade relativa do ar mais baixa e menos chuvas do que 2009, não se deve creditar o aumento de incêndios às causas climáticas, de acordo com a pesquisadora do instituto, Karla Longo.</p>
<p>“O fato de termos uma estação seca e outra úmida, é natural, mas uma estação de queimadas é opção do país. As pessoas assumem essa sazonalidade como normal, o que não é verdade”, diz a pesquisadora. Segundo ela, 99% das queimadas são provocados. As condições atmosféricas favorecem os incêndios, mas as principais causas são econômicas e culturais.</p>
<p>De acordo com Karla, é muito comum colocar fogo na vegetação nesta época do ano. Na Amazônia, por exemplo, a quantidade de água na vegetação é alta, por isso agricultores e pecuaristas da região derrubam a mata, esperam secar e, quando o clima fica mais propício, justamente na estação mais seca, colocam fogo completar o desmatamento da área.</p>
<p>Segundo ela, o modelo de produção agrícola e pecuária extensiva, bastante adotado no Brasil, contribui para esse tipo de desmatamento. Além disso, colaboram alguns hábitos da população. “É comum pessoas que colocam fogo na sujeira depois de varrer o quintal ou que jogam bituca de cigarro na estrada”.</p>
<p>A pesquisadora explica ainda que, com a propagação de incêndios, aumenta a concentração de monóxido de carbono (CO) na atmosfera, o que traz prejuízos econômicos e ambientais. “Há redução da produtividade agrícola e alteração do ciclo da água. Estudos feitos no Acre e em Mato Grosso associam o número de internações hospitalares à concentração de fumaça na atmosfera”, observa Karla.</p>
<p>No mês de agosto, a Região Norte foi responsável pela maioria das queimadas (65%) e chegou a registrar a emissão de 23 milhões de toneladas de monóxido de carbono. Do total, o Inpe estima que apenas 10% seja proveniente de emissões industriais e de veículos. A concentração mais alta é a do estado do Pará, seguido de Mato Grosso e Rondônia.</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente;jsessionid=2D1732D856C25C0B80B26CF8BBE01ADF" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>

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		<title>IBGE revela que cobertura original do Cerrado foi reduzida pela metade</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa, estados que mais desmataram foram Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. ]]></description>
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<p>A cobertura original do Cerrado foi reduzida praticamente à metade no País, de 2.038.953 km² para 1.052.708 km², com área total desmatada de 986.247 km² (48,37%) até 2008. Somente entre 2002 e 2008 foram destruídos 85.074 km2 (4,18% do total). É o que revelou nesta quarta-feira, 1, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua pesquisa &#8220;Indicadores de Desenvolvimento Sustentável&#8221;, referente ao ano de 2010.</p>
<div id="attachment_807" class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img class="size-full wp-image-807" title="Vegetação queimada em cerrado nos arredores de Niquelândia (GO) André DusekAE" src="http://www.meioambienteglobominas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Vegetação-queimada-em-cerrado-nos-arredores-de-Niquelândia-GO-André-DusekAE.jpg" alt="Vegetação queimada em cerrado nos arredores de Niquelândia (GO) André DusekAE" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Vegetação queimada em cerrado nos arredores de Niquelândia (GO) André DusekAE</p></div>
<p>De acordo com levantamento, os Estados que apresentaram maior área desmatada no período, em termos absolutos, foram Mato Grosso (17.598 km²), Maranhão (14.825 km²) e Tocantins (12.198 km²). As taxas de desmatamento no bioma são mais altas que as apresentadas para a floresta amazônica, o que implica &#8220;medidas urgentes de proteção&#8221;, diz o IBGE.</p>
<p>Até 2002 houve tendência de aumento de áreas desmatadas do Sul e Sudeste, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás. Já no período de 2002 a 2008, isso ocorreu mais para o Norte e Nordeste. É primeira vez que o IBGE usa dados do Cerrado no IDS.</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ibge-revela-que-cobertura-original-do-cerrado-foi-reduzida-pela-metade,603567,0.htm" target="_blank">Estadão.com.br</a></em></p>

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		<title>Cinco municípios começam a fazer cadastro ambiental no Pará e em Mato Grosso</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Globo Minas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinco municípios que integram a lista dos que mais desmatam na Amazônia Legal vão começar a fazer o cadastro ambiental de suas propriedades rurais. ]]></description>
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<p>Cinco municípios que integram a lista dos que mais desmatam na Amazônia Legal vão começar a fazer o cadastro ambiental de suas propriedades rurais. São eles: Feliz Natal, Brasnorte e Juína, em Mato Grosso, e Santana do Araguaia e Marabá, no Pará.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O Cadastro Ambiental Rural (CAR) será feito pela organização-não governamental americana The Nature Conservancy (TNC), sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente, e com recursos de US$ 3,5 milhões do Banco Mundial e de aproximadamente US$ 3 milhões do governo brasileiro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O levantamento, que deverá ser concluído em um ano, é um dos requisitos para os municípios deixarem o <em>ranking</em> dos maiores desmatadores e para os produtores ficarem de acordo com a legislação ambiental.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O cadastro vai mapear quais são as áreas produtivas, degradadas e as unidades de conservação dos municípios. Para fazer esse levantamento, serão usadas imagens por satélite, e os produtores rurais serão convocados por meio de anúncios nas rádios locais e folhetos para participar do levantamento.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A TNC usa o método de varredura, ou seja, faz o cadastro de todos os fazendeiros da região de uma única vez. Isso reduz o custo para o produtor, que varia de R$ 0,30 a R$ 1 por hectare, dependendo do tamanho da propriedade.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">“O custo vai ser mínimo para o produtor. Como o cadastro será feito de forma conjunta, os custos serão reduzidos e os proprietários serão beneficiados”, explicou o diretor de Políticas de Combate ao Desmatamento do ministério, Mauro Pires.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">De acordo com Pires, o cadastro conjunto de cinco municípios visa ainda a estimular a adesão de outras prefeituras. Dos 42 municípios da lista, 30 já têm iniciativas similares para o cadastramento com apoio do ministério, que atua em 12 municípios, ou do Fundo da Amazônia, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Depois da certificação, o produtor fica com a situação regularizada e pode, inclusive, requisitar financiamento público, o que é proibido para quem estiver em desacordo com a legislação ambiental. “Isso permite que os produtos da Amazônia estejam desassociados da ilegalidade e do desmatamento”, afirmou Pires.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Segundo o técnico da TNC, Adolfo Dalla Pria, o mapeamento revelará áreas para o produtor recuperar. O próximo foco é o estado do Amazonas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">CAROLINA PIMENTEL</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Fonte: <em><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>

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